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2º Simpósio Sul Brasileiro de Marketing Digital – INSCRIÇÕES GRATUITAS!

Com o sucesso do primeiro Simpósio Sul Brasileiro de Marketing Digital com o tema “O que o marketing digital pode fazer pela sua empresa”, os principais palestrantes, juntamente com o apoio do evento, planejaram um novo Simpósio, com tópicos em alta no mercado atual, o segundo Simpósio garante muitas novidades e um cronograma que promete muito conteúdo de qualidade.

Gestor de Marketing: Informações e inscrições

O Simpósio é repleto de palestras com renomes do segmento de Mídias Sociais, especialistas nas áreas em que atuam, eles irão fazer de sua Segunda-feira, 30 de abril, um dia de evolução e afunilamento de ideias.

Os principais públicos alvos do evento são empresários, empreendedores, profissionais de comunicação, marketing e afins. O objetivo de evento é discutir a atual conjuntura de mercado tanto para profissionais que atuam nas áreas de e-commerce e marketing digital como para empresários e empreendedores que pretendem investir no setor. Aproveite também para fazer Network.

CUSTO: Inscrições Gratuitas!

Número de vagas: Vagas limitadas!

PARA MAIS INFORMAÇÕES, ACESSE http://www.gestordemarketing.com/simposio

Palestrantes do Simpósio

Gestor de Marketing: Programa do Evento

Confira os horários de cada palestra que serão realizadas no 2º Simpósio Sul Brasileiro de Marketing Digital.

19:00 às 19:10 – Abertura do evento com Fabrício Pupo, Diretor da Direto Business School

19:10 às 19:50 – Palestra: Desafios das agências no desenvolvimento de projetos de Web – com Milena Mancini, Diretora da Projetual Comunicação

19:50 às 20:30 – Palestra: Como desenvolver projetos inovadores na web – com Olimpio Araujo Junior

20:30 às 21:10 – Palestra: Advergames nas estratégias de marketing digital – com Luciano Augusto da Silva

21:10 as 21:50 – Palestra: E-Commerce – O Desafio de Planejar um Varejo Digital – com Leandro Krug Batista

21:50 – Abertura para perguntas e participação do público

Pretende ser bom em Mídias Sociais e acredita nas tendencias das vendas online? Não perca essa oportunidade, acesse agora mesmo o site e garanta sua inscrição, mas lembre-se, elas são limitadas.

http://www.gestordemarketing.com/simposio

CONTATO COM: Olímpio Araújo Junior – olimpio@gestordemarketing.com ou (41) 99143159

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Google – Não quer gastar dinheiro com encurtadores?

Meros investimentos no mundo digital é sinal de que você acredita em seu projeto e que você vê futuro no mesmo, esse é um ótimo sinal, pois não adianta vivermos nutrindo nossos projetos de conteúdo e objetivos se não existem investimentos que visam o progresso.

Um dos investimentos de praxe ao qual grandes portais fazem questão de investir, são os encurtadores de links, para quem não sabe, um breve resumo de como fazer.

Como fazer um encurtador personalizado?

O encurtador personalizado mais impactante no mundo digital é o encurtador de url personalizado, geralmente utilizando as iniciais ou abreviações do portal de origem, exemplo: youtube.com > youtu.be.

1º passo: Compre um domínio curto.

Acesse o site, http://domai.nr/, este site o ajuda a identificar domínios curtos para o seu site, basta digitar o nome de seu site no campo de pesquisa e verificar as opções disponíveis, use como base para sua ideia, por exemplo, ele nos deu a opção crrmds.cm para o Criar Mídias, podemos tratar esse domínio para se encaixar em nossas necessidades. O site domain.nr identifica os locais que você poderá solicitar a nova URL, veja o preço de nossa URL crrmds.cm, caso compremos: 129.00 USD/1 Year, fonte: 101domain.com. É possível personalizar a url com domínios mais em conta.

2º passo: O diferencial do encurtador

O diferencial dos encurtadores é a possibilidade de acompanhar os resultados de cada link, com a quantidade de clicks, visualizações, de onde veio, enfim, são estatísticas de muita importância para qualquer plataforma. Para criar o encurtador, escolha uma das opções abaixo.

E se eu não quiser gastar dinheiro?

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Image via CrunchBase

Para quem não quer gastar dinheiro com encurtadores, que também não é uma coisa fora do comum, poderá utilizar o Google encurtador, para quem não conhece o encurtador do Google é: goo.gl.

Nele, basta inserir a sua URL e clicar em Shorten URL. Seu link será encurtado e terá as iniciais goo.gl. Para verificar as estatísticas, basta clicar sobre o link ‘Details’ que aparece em uma lista na mesma janela.

O Google encurtador oferece informações como:

  • Número de clicks
  • Horário de maior número de clicks
  • Local de origem
  • Browser
  • Sistema operacional do usuário

Considerações

De alguma forma, utilizar um encurtador é muito importante, tanto pelo fato de diminuir a url e caber nas principais redes de comunicação da internet como principalmente realizar as estatísticas sobre as suas interações na rede e conseguir mensurar seu engajamento, desta forma identificando necessidades e falhas em seu perfil, podendo trabalhar mais nesses quesitos.

Não deixe de mensurar suas interações, investir ou não fica por sua conta.

Fonte: Insidetechno

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Flagras em Redes Sociais estimulam divórcios

A proliferação de câmeras digitais e smartphones e a popularização das redes sociais fazem com que os cônjuges infiéis tenham mais dificuldade em escapar incólumes, tendo um papel cada vez maior nas separações de casais, segundo advogados especializados em divórcios.

Embora não se consiga medir com exatidão a relação entre essas ferramentas e o fim das relações, a Associação de Advogados Matrimoniais dos EUA estima que as publicações no Facebook já correspondam a 20% das provas apresentadas por cônjuges do país na hora da separação.

Fundado em 2004, o Facebook conta hoje com mais de 1 bilhão de usuários – muitos deles mantendo olhares suspeitos sobre as atividades de seus parceiros, ou com olhos atravessados para “amigos” que podem virar “amantes”.

O site Facebookcheating.com reúne dezenas de histórias contadas por internautas sobre traições realizadas por meio da rede social.

Um dos usuários, identificado como ZDBZ, conta que encontrou a mulher adormecida em frente ao computador.

“Ia desligar o laptop quando vi várias janelas minimizadas. Abri e estava lá. Ela havia feito sexo online com um ex-namorado”, diz o marido, cujo casamento já tinha 19 anos.

O diretor do site, Craig Gross, disse à BBC Mundo que a maioria dos e-mails que o site recebe relatam casos em que internautas põem em risco seus relacionamentos ao reencontrar ex-namorados ou paqueras da adolescência.

Ele diz acreditar que a rede não é a causadora direta da onda de divórcios, apenas facilitando a infidelidade de casais que já apresentavam problemas.

Rastreamento

A advogada especialista em divórcios Yulisa Rodriguez, que trabalha em Miami, diz que normalmente os “infiéis” são descobertos por mudanças no comportamento.

“Eles começam a passar mais horas diante do computador ou escondem seus celulares. O cônjuge começa a suspeitar e, um belo dia, o infiel acaba deixando a tela aberta e é pego”, afirma.

Outros adultérios vêm à tona com mensagens de texto que deveriam ir para os amantes e acabam sendo enviadas, por engano, aos parceiros oficiais.

Mas há quem busque outras formas de surpreender aqueles que buscam aventuras, virtuais ou não, fora dos casamentos.

Embora seja ilegal rastrear computadores alheios nos Estados Unidos, há programas disponíveis na internet, como o Nannyware, voltado para a vigilância de menores, que podem muito bem servir aos interesses dos desconfiados.

A advogada diz que as autoridades policiais costumam desconfiar desse tipo de atividade. No entanto, também existem meios lícitos para descobrir traições.

Rodriguez diz conhecer quem tenha criado uma conta falsa no Facebook com o único propósito de simular uma relação virtual, a fim de descobrir se seus cônjuges são suscetíveis ao apelo da infidelidade.

Olhos por toda a parte

Não é apenas o uso das redes sociais por parte dos infiéis que pode trazer casos de traição à tona. A tecnologia também potencializa a fofoca e o risco de ser descoberto por meio de câmeras fotográficas alheias, segundo o advogado Antonio Pagan, especialista em divórcios em Miami.

“Conheço o caso de um cliente que foi descoberto porque uma amiga de sua namorada o flagrou no cinema com outra garota, tirando uma foto com o smartphone”, afirma.

Outros são denunciados pelos populares aplicativos que mostram onde e com quem estão os internautas, como o Foursquare.

Embora amantes tendam a evitar tal tecnologia, a história pode ser revelada pela falta de cuidado (ou não) de algum amigo que, uma vez estando com eles, resolva marcá-los em alguma postagem.

Em um mundo marcado cada vez mais pela falta de privacidade, a tendência é que cada vez mais relações cheguem ao fim motivadas por traições, descuidos ou fofocas virtuais.

“É só o começo”, diz o diretor do Facebookcheating.com.

Gross, que tem 36 anos e é casado há 13, dá sua receita para evitar problemas conjugais na rede. “Minha esposa e eu sabemos a senha do Facebook um do outro”, afirma.

Fonte: BBC Brasil

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Proibição do Twitter para políticos

O que pode e o que não pode?

Em julgamento inédito, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) concluiu que a propaganda pelo Twitter está proibida para a promoção de campanha dos pré-candidatos até 6 de julho, data em que a campanha eleitoral começa oficialmente. Pela decisão do tribunal, as restrições não servem aos cidadãos, livres para a promoção de qualquer candidato independente das proibições previstas no Código Eleitoral.

Twitter

Twitter (Photo credit: Wikipedia)

Segundo o TSE, para os eleitores a liberdade de expressão prevalece. “Os cidadãos, que não estiveram envolvidos no pleito eleitoral, podem se comunicar à vontade. O que não pode é o candidato divulgar a propaganda eleitoral antes da data permitida pela lei”, afirmou o ministro Ricardo Lewandowski, ao proferir seu voto.

No caso dos pré-candidatos, não será permitido o uso do Twitter para autopromoção ou para pedir votos antes do período permitido por lei. Se identificado o uso irregular, o pré-candidato pode receber multas que variam de R$ 5 mil a R$ 25 mil.

E as outras redes sociais?

Para as outras redes sociais – como Facebook e Orkut – o TSE comunicou ainda não ter leis que regulamentem as campanhas veiculadas por meio desses canais.

O julgamento de quinta tratou apenas de analisar o caso do ex-candidato à Vice-Presidência, Indio da Costa (DEM), pela chapa de José Serra (PSDB) em 2010. Na época, o político foi acusado de usar o Twitter para fazer propaganda antecipada. “A responsabilidade é enorme. Mas, conto com seu apoio e com o seu voto. Serra Presidente: o Brasil pode mais”, escreveu, no dia 5 de julho. A Justiça eleitoral considerou que, para a rede social as regras devem ser iguais às de outros meios de comunicação, como o rádio e a TV.

E você, o que pensa dessa decisão? É a favor ou contra?

Comente, debata. Influencie as decisões dos políticos em nosso país, especialmente em ano eleitoral.

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Grande parte das pessoas conversa sozinha no Twitter

Há alguns anos – precisamente desde 2006, data de fundação do Twitter – a web vive um período de consolidação da instantaneidade. Fofocas e discussões entre pessoas podem ganhar o mundo em poucos minutos. Graças, é claro, aos milhões de computadores, celulares e tablets interconectados. No entanto, a tarefa não é das mais fáceis. Há quem diga que, no microblog, não existe diálogo, relacionamento. Para críticos, o Twitter é um monólogo, construído como um palco – virtual – para surdos. E, segundo estudo da Sysomos, o argumento é plausível.

A pesquisa realizada pela consultoria aponta que 71% dos tweets enviados pelos mais de 105 milhões de cadastrados no site não recebem qualquer tipo de resposta ou reação. Em outras palavras, sete em cada dez mensagens enviadas à rede são ignoradas. O Twitter, no entanto, é uma empresa de informação, uma plataforma de mídia. O foco do microblog não é conectar pessoas, como o Facebook propõe. O Twitter é um nicho onde pessoas vão encontrar conteúdo – sem a necessidade de interagir.

Para chegar a essa conclusão, a empresa com sede no Canadá analisou 1,2 bilhão de tweets propagados entre agosto e setembro de 2009 para compreender o tipo de conversa que acontecia no microblog. Do total de mensagens coletadas, apenas 6% recebem um retweet – artifício que replica o conteúdo na rede -, e 92% dos retweets acontecem na primeira hora. No entanto, a pesquisa pode confortar alguns brasileiros, que se incomodam pela falta de retweets de suas mensagens. Conforme mostra a ilustração abaixo, é uma gritaria exasperante

 

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Críticas de consumidores crescem em redes sociais

Reclamar de uma empresa no microblog Twitter está cada vez mais na moda entre os consumidores. De 2010 para 2011 o número de mensagens na rede social com a hashtag #fail (falha, em inglês) cresceu 379%, de 56.778 para 272.181 tweets, segundo a E.life, que presta consultoria para companhias que se relacionam com seus clientes na web.

Na linguagem da internet, #fail é um meme (expressão que se espalha) que se refere à decepção do usuário em relação a algum produto ou empresa. Quando, por exemplo, os serviços de internet e telefonia da Net ficaram fora do ar, em janeiro, espalharam-se pelo Twitter inúmeros #netfail. “Mais alguém aí sem Net?? #netfail”, dizia uma usuária, à época.

Com um software que varre a plataforma do microblog, a E.life detectou que as cinco categorias com mais reclamações no ano passado foram a de alimentos, que inclui restaurantes e marcas de comida e bebida, com 119.524 registros, seguida de telefonia (56.740), eletroeletrônicos (18.182), bancos (16.252) e provedores de internet (14.838).

Algumas categorias saltaram até quatro posições na lista, caso dos bancos, que passaram do oitavo para o quinto lugar de 2010 para 2011. Já as marcas que vendem produtos ou serviços na internet receberam 2.400 queixas em 2011, o dobro de 2010.

O Twitter hoje tem cerca de 127 milhões de usuários, segundo estimativas do mercado. Encontrar o perfil de uma empresa no site, portanto, nem sempre é fácil. A E.life diz pretender solucionar esse problema com o resolvaweb.com.br, site lançado hoje que lista todas as empresas presentes no microblog e ordena os tweets que o usuário manda e recebe sobre queixas.

E você, já protestou contra alguma empresa via rede social? Já usou o Facebook ou o Twitter como plataforma para expressar seu desprazer com os serviços oferecidos, a qualidade de um produto adquirido, ou simplesmente como desabafo?

É da natureza humana externar ao mundo os seus desgostos?

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Novo aplicativo para Facebook

Marcas são criadas para atrair clientes. As páginas de empresas no Facebook existem somente para criar um elo mais forte com o público, e atrair ainda mais consumidores.

Mas como fazer isso usando o Facebook? Uma empresa lançou, essa semana, uma nova série de aplicativos que esperam ajudar a responder essa pergunta.

Quais as novidades?

A empresa oferece quatro diferentes aplicações.

  • Brainstorm é uma plataforma de crowdsourcing básica que permite às marcas que permite perguntar algo para sua comunidade, interagindo melhor com seus clientes.
  • Photoboard recolhe e exibe comunidades de origens de imagens
  • Pipeline transforma páginas do Facebook em fóruns abertos
  • Superfans mostra quem participa mais em campanhas, para poder recompensá-los

A maioria das ferramentas vem com análise e recursos de moderação.

Parece que um monte de marcas tem percebido suas páginas do Facebook como importantes elos que fortalecem vínculos duradouros com clientes e/ou potenciais.

As páginas vão muito além do “ótimo, você gosta de nós agora”. Tendo percebido isso, as empresas aprenderam a usar como uma fundamental ferramenta para moldar o futuro da marca.

Aperfeiçoamento

Esse novo aplicativo é a versão aperfeiçoada de um outro modelo, em que foi criado algo como um espaço de laboratório, um espaço online para interação entre marca/cliente, visando informações e opiniões sobre design, produtos, ou qualquer outra coisa ligada às empresas. O aplicativo tinha características de jogo, com sistema de pontuação e prêmios de participação – mas ainda assim pedia para clientes conhecerem um local novo na web.

Migração tão convincente não é tarefa fácil, por isso a empresa surpreendeu quando finalmente decidiu fazer o aplicativo. Isso só foi possível após, segundo declaração de um diretor da empresa, perceber que o ecossistema dentro do Facebook era perfeito.

Após a execução de um concurso usando uma página qualquer no Facebook, tem-se um aumento médio de 30% na opção curtir.

Você pagaria quanto para personalizar sua página?

Existem formas melhores de incentivar sua comunidade que não envolvam caras ferramentas personalizadas?

Comentem.

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